Por que os CEOs devem incentivar a transformação digital nas empresas?

A transformação digital é inevitável para as empresas que desejam se destacar no mercado

Imagine a metamorfose de uma borboleta ou mariposa. A lagarta, lenta e vulnerável, empreende um esforço imenso se alimentando e preparando para uma transformação que mudará completamente sua vida. As asas permitirão voos maiores e mais longínquos que nenhuma lagarta poderia sequer imaginar.

A metáfora serve para as empresas que planejam se transformarem digitalmente: de lagartas, lentas e desprotegidas, a tecnologia pode levar mesmo pequenas companhias a ganharem eficiência e agilidade, decolando não só mais alto que a concorrência, mas rumo ao mercado global.

E não se trata de mera promessa: a transformação digital traz às companhias a possibilidade de intensa mudança a partir de recursos capazes de melhorar o desempenho dos processos e a colaboração entre as pessoas, o alcance dos serviços prestados e, é claro, os resultados.
Inteligência Artificial (Machine Learning), Analytics (Business Intelligence), Internet das Coisas (IoT), Mobilidade e a Computação em Nuvem (Cloud Computing) são algumas das tecnologias que servem de base para empresas que queiram realmente inovar (e se reinventar) na chamada “era digital”.

Segundo estudo do Gartner, que ouviu 460 executivos globais, os esforços das companhias mundialmente está em melhorar a estrutura, inclusive em termos digitais. Nesse contexto, a nuvem exerce papel fundamental, uma vez que grande parte das aplicações corporativas está ou será nela hospedada (SaaS, ou software como serviço) ou nela desenvolvida (IaaS, ou infraestrutura como serviço). Não à toa o mercado mundial de serviços em nuvem pública deve crescer 21,4% em 2018, alcançando US$ 186,4 bilhões, segundo o mesmo Gartner em outro estudo – sendo o segmento de SaaS o responsável pela maior fatia deste bolo, ou US$ 73,6 bilhões.

Cultura e liderança: a transformação digital deve começar pelos Executivos

Um desafio muito importante quando se trata da Transformação Digital e na adoção de um ambiente de trabalho realmente inovador, é a superação da cultura analógica, principalmente por parte dos líderes deste processo – normalmente CIOs e CEOs. Aliás, uma pesquisa de 2017 da consultoria Capgemini ouviu 1,7 mil pessoas de 340 organizações distribuídos em oito países e descobriu que embora 62% das lideranças acreditem ter uma estratégia digital bem definida, apenas 37% dos funcionários concordam.

Superar esse gap é fundamental para que a companhia esteja realmente alinhada na estratégia de digitalização, e o CEO deve não só decidir por esta mudança na cultura corporativa como também influenciá-la e incentivá-la. Isso significa trabalhar em estreita parceria com outras áreas de negócio, considerando estratégia, que ferramentas serão usadas e o impacto sobre os colaboradores.
O primeiro passo é definir um modelo de governança da transformação digital que indique à empresa em que ponto ela está e em que nível tecnológico pretende chegar, o que significa planejar aspectos financeiros e tentar prevenir riscos. Depois entra a escolha das tecnologias, ou seja, a definição da infraestrutura. Que mudanças serão implementadas? O processo será feito pela equipe interna ou será contratada uma empresa terceira, com consultores que ajudem a recomendar o melhor caminho de acordo com o perfil da empresa?

Por último e não menos importante estão as pessoas, ou seja, os colaboradores. A transformação digital, ao trazer mudanças, impactam funcionários e clientes que nem sempre se adaptam facilmente. É necessário, portanto, não só treinar e educar os futuros usuários dos sistemas, mas também ouvi-los, ampliando canais de diálogo entre líderes e liderados, de modo a vencer as prováveis resistências.

Afinal, uma nova tecnologia que não é compreendida também não será utilizada, e isso significa dinheiro e esforço jogados fora.

Que soluções escolher para iniciar a transformação digital na sua empresa?

Embora não seja fácil definir quais soluções serão incorporadas por uma empresa durante o processo de transformação digital, é certo que uma série de fatores podem ser considerados. Preço é um deles, mas a credibilidade do fabricante, a garantia de segurança e o quanto a solução é inovadora e aderente ao negócio precisam fazer parte do pacote.

No processo de migração para a nuvem (ou cloud computing) – que costuma ser o primeiro passo nas estratégias das companhias - a tecnologia escolhida precisa gerar mais produtividade e colaboração para a equipe. Foi o que aconteceu com a Roche, multinacional do setor farmacêutico que precisava aproximar os colaboradores durante seus processos de trabalho, mesmo que não estivessem no mesmo ambiente físico.

Para integrar duas diferentes plataformas de e-mail e calendário, a empresa adotou o G Suite, pacote do Google para colaboração e produtividade corporativa, para todos os funcionários espalhados pelo mundo. O objetivo é integrar e facilitar a comunicação, aproximando as pessoas e ganhando vantagem estratégica, sem onerar a gestão de tecnologia. Os recursos são facilmente implantados e gerenciados por meio de um painel de controle único, permitindo que a empresa se concentre no core business, ou seja, salvar vidas.

Já a Randstad, multinacional holandesa especialista em recursos humanos, queria padronizar diferentes ferramentas de e-mail e colaboração usadas pelos funcionários – parte delas impossível de integrar com outras ferramentas. Também optou pelo G Suite como forma de unificar as ferramentas desconexas utilizadas pelos funcionários de todo o mundo. O Microsoft Outlook e o Lotus Notes deram lugar ao Gmail, Calendar, Drive e Hangouts.

A adesão foi massiva, impulsionada por uma força de trabalho jovem e habituada às ferramentas do Google. Além disso, com todas elas nativamente integradas, pessoas em escritórios e países diferentes não precisam se preocupar com a integração de várias tecnologias e podem se concentrar em apenas trabalhar.

Já o Grupo OLX, plataforma online de compra e venda de itens entre consumidores finais, queria aprimorar a comunicação e a colaboração entre os times espalhados em mais de 40 países, mas sem impor soluções de forma vertical. Também escolheu o G Suite justamente pela segurança que as soluções do Google oferecem para o mercado corporativo.

Para isso foi desenvolvida uma rede social interna baseada no Google+, que permitiu aos times globais conversarem, transferirem arquivos e compartilharem conteúdo, entre outras coisas. Isso dá à multinacional holandesa a agilidade de uma startup, apesar dos 4 mil funcionários espalhados pelo mundo. As lideranças globais também enviam comunicados via Hangouts e YouTube, ao mesmo tempo em que os funcionários interagem e fazem perguntas usando o Google Forms.

A solução estará completa em breve com o uso total do pacote de soluções G Suite, incluindo Docs, Drive e Hangouts Meet, resolvendo de uma única vez uma série de antigos problemas de integração enfrentados pela companhia.

Rumo à transformação digital

As empresas que não se transformarem digitalmente e não se posicionarem em um mercado cada vez mais inovador estão fadadas à morte ou à obsolescência. Definir uma estratégia de digitalização é fundamental, e escolher um fornecedor de soluções de tecnologia que seja confiável, assim como um parceiro de integração experiente, pode ser o primeiro passo.

O G Suite do Google reúne todas as ferramentas que uma empresa precisa para iniciar a transformação digital e dar o primeiro passo na jornada para a Nuvem, garantindo mais produtividade e redução de custos. E-mail, calendário, videoconferência, compartilhamento de documentos de texto e planilhas, além de hospedagem na nuvem podem ser contratados em um único pacote de serviços acessível, fácil de gerenciar e totalmente integrado.

Além de fáceis de usar e instalar, as ferramentas do G Suite adotam uma série de certificados de segurança e privacidade. Ferramentas de checagem de spam e malwares também estão integradas ao pacote. Tudo isso com o design consagrado e familiar a quem já é usuário de ferramentas gratuitas como o Gmail e o Google Docs.

Escolher o parceiro de negócio Google é essencial para implementar essa estratégia. A Somos Nuvem pode ajudar empresas e executivos de companhias a escolherem e implantarem o pacote G Suite. A empresa é parceira do Google desde 2007, uma das primeiras na América Latina, e desde então vem se expandindo ao desenvolver projetos com mais de 1.200 clientes e migrando mais de 350 mil usuários para a nuvem da Google. Os profissionais da Somos Nuvem possuem certificado de implementação do Google e buscam sempre garantir a satisfação dos clientes. Entre em contato e agende uma reunião!